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Friday, July 26, 2013

memorias...


 

RIO – Publicado pela primeira vez em 1966, o conto “Nós lembramos por você por atacado”, de Philip K. Dick, inspirou dois filmes intitulados “Vingador do futuro” no Brasil. Na história, uma empresa, batizada Rekal, oferece implantes de falsas lembranças de viagens e aventuras a clientes que não têm como pagar pela experiência verdadeira. Agora, a ideia do escritor americano começa a sair do campo da ficção científica para a realidade. Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conseguiu pela primeira vez implantar memórias em camundongos.
Além de ajudar a revelar não só como guardamos as lembranças de acontecimentos mas onde elas ficam armazenadas no cérebro, o experimento provou que tanto as memórias verdadeiras quanto as falsas utilizam os mesmos mecanismos cerebrais, não podendo, assim, ser diferenciadas pelos indivíduos. Este fenômeno já foi muito bem documentado em tribunais, nos quais acusados foram considerados culpados com base em declarações de vítimas e testemunhas que estavam certas sobre suas lembranças, mas depois acabaram inocentados por exames de DNA.
- Sejam memórias falsas ou genuínas, os mecanismos cerebrais por trás da recuperação da memória são os mesmos – diz Susumu Tonegawa, professor de biologia e neurociência do MIT e principal autor de artigo sobre o experimento, publicado na edição desta semana da revista “Science”.
Embora tenha recebido o Prêmio Nobel de Medicina de 1987 por seu trabalho em imunologia, Tonegawa tem se dedicado nas últimas décadas a investigar os processos de formação e a manipulação de memórias. De acordo com as teorias mais aceitas atualmente, a lembrança de episódios, isto é, a memória das experiências pelas quais passamos, é construída por vários elementos, que incluem objetos e informações sobre o ambiente e o tempo. Estas associações são codificadas no cérebro por mudanças físicas e químicas nos neurônios, assim como por modificações nas conexões entre eles, formando uma estrutura complexa que os neurocientistas batizaram como engrama. Até recentemente, no entanto, mesmo a existência dos engramas ainda era considerada hipotética, e determinar um local onde deixam suas marcas no cérebro, um desafio ainda maior para os pesquisadores.
No ano passado, porém, Tonegawa e sua equipe conseguiram detectar as marcas da formação dos engramas, resolvendo então procurar sua fonte com base em uma antiga hipótese, a de que o centro de processamento da memória está numa estrutura cerebral conhecida como hipocampo, localizada no lobo temporal, sugerida nos anos 40 por experimentos do neurocirurgião canadense Wilder Penfield. Para isso, Tonegawa e sua equipe usaram um ramo da neurociência chamado optogenética, em que camundongos são geneticamente modificados de forma que seus neurônios possam ser ativados, controlados ou rotulados por meio de estímulos ou marcadores luminosos.
- Comparado com a maioria dos estudos que tratam o cérebro como um caixa-preta, tentando acessá-lo de fora para dentro, estamos tentando estudar o cérebro de dentro para fora – resume Xu Liu, pesquisador da equipe de Tonegawa. - A tecnologia que desenvolvemos para este experimento nos permite dissecar em detalhes e até potencialmente mexer com o processo da memória por meio do controle direto das células cerebrais.
Na experiência, os pesquisadores primeiro colocaram os camundongos em uma gaiola A, onde puderam explorar o ambiente livremente enquanto a formação da memória do local era acompanhada pelos cientistas. No dia seguinte, os animais foram colocados numa segunda e bem diferente gaiola B, onde depois de um breve período de tempo sofreram choques elétricos moderados enquanto os pesquisadores usavam luz para reativar os neurônios associados à memória da gaiola A. No terceiro dia, os camundongos foram postos de volta na gaiola A e congelaram de medo, mesmo nunca tendo recebido choques nela, demonstrando que tiveram implantada uma falsa memória do local porque quando sofreram o choque na gaiola B estavam relembrando estar na A.


Leia mais sobre esse assunto em
 http://oglobo.globo.com/ciencia/cientistas-implantam-memorias-em-camundongos-9180943#ixzz2aAWvrj3k

Friday, April 05, 2013

Hummm... vamos ver! :-)

Os mapas dos momentos de anúncio da escolha de Bento XVI, em 2005, e de Francisco, em 2013, sinalizam as profundas diferenças entre os dois Papas na condução da comunidade católica. Vem aí uma Igreja mais despojada e mais próxima do Cristianismo original?
...

(http://www.constelar.com.br/constelar/178_abril13/bento-e-francisco.php)




De fato, a escolha do nome de um Papa pode ter a significância de uma encíclica. Três dias antes da eleição daquele que viria a se chamar Francisco, comentei no Facebook o quanto seria notável – e escandaloso – que o novo Papa escolhesse “Francisco” como novo nome. Título que, vale lembrar, jamais havia sido escolhido por nenhum outro Sumo Pontífice. Quando um Papa escolhe um nome, ele diz a que veio. E, ao escolher homenagear este que é um dos mais queridos personagens da história do cristianismo – Francisco de Assis –, o novo Papa anuncia um reinado voltado para os pobres, recusando ostentações, voltado para as causas ambientais (Francisco de Assis, vale dizer, era por demais ligado à natureza e aos animais) e aberto ao diálogo inter-religioso (não apenas Francisco de Assis era aberto a este tipo de diálogo, como sua cidade de nascimento – Assis, na Itália – é palco de sérios encontros ecumênicos).
...

(http://www.constelar.com.br/constelar/178_abril13/papa-francisco.php)

Tuesday, February 26, 2013

Pela educação -contra o trabalho infantil






O Parlamento indiano está encerrando 2012 sem haver votado a lei de combate ao trabalho infantil mais dura de sua história. Pior: o projeto de lei conta com o apoio da maioria dos parlamentares, mas ficou encalhado por semanas porque eles não a consideraram como 'prioridade'! 

A Índia é a capital do trabalho infantil -- crianças a partir de cinco anos são vendidas a traficantes e forçadas a trabalhar como escravos dos dias modernos, sofrendo abusos e agressões físicas. Histórico, o novo projeto de lei iria banir completamente qualquer tipo de trabalho realizado por crianças com menos de 14 anos e proporcionar auxílios financeiros para famílias pobres, para que elas mantenham seus filhos na escola. Mas os parlamentares permitiram que o projeto de lei escorregasse de suas agendas, e grupos indianos de defesa dos direitos da criança afirmam que necessitam urgentemente da nossa ajuda, agora, para aumentar a pressão pública

Se a comunidade da Avaaz se unir em torno da causa, podemos gerar uma onda de atenção para o projeto de lei e levar os parlamentares a votá-lo. Assine esta petição urgente e compartilhe com todos que você conhece -- quando chegarmos a um milhão de assinaturas, transmitiremos nossa mensagem ao Parlamento, juntamente com ex-trabalhadores infantis.


Monday, January 28, 2013

Deplorável...



...e, com toda a razão, não merece comentários



mas tem uma imensidão de fotos belíssimas!


Saturday, January 26, 2013

É Necessário Perceber Que Ir Abatendo Animais Que Um Dia Mordem Não Irá Resolver o Problema de Fundo




  Algumas palavras pessoais:

Concordo sem reservas com o ponto de vista expresso na crónica de Rodrigo Guedes de Carvalho

 Estou com aqueles que se pronunciam sobre a responsabilização dos donos...

Pois é, democracia é isso mesmo: capacidade de coexistir sem agredir (nem se sentir agredida/o) com opiniões contrárias...

Porque não sou especista e muito menos antropocêntrica, identifico-me com aqueles que não acham que "a vida do ser humano mais asqueroso vale mais do que a do animal que mais gostamos"

Entenda-se por asqueroso alguém bem danoso à sobrevivência da vida e liberdade dos outros seres, naturalmente.

Pior que tudo: nada é investigado, basta a voz -acima de qualquer suspeita, de um ser humano a acusar o cão e... -mate-se o cão!

uf, ja podemos ir dormir descansados...

Quando se perceberá que matar não é solução seja em que perspectiva for?!

Ah, sim, também não sou a favor da pena de morte para as pessoas.

Por muito asquerosas que sejam.

*

Mais duas notícias s/ o caso do cão Zico:



       




Friday, January 18, 2013

carnismo





Porque Adoramos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas?

Melanie Joy, Ph.D (Doutorada em Psicologia), Ed.M (Mestre em Educação), é psicóloga social e autora do livro "Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows" (Porque Adoramos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas), que explora a ideologia por detrás do consumo de carne e o porquê de alguns animais serem considerados animais de companhia, enquanto que outros são considerados alimento. A Dra. Joy é professora de Psicologia na Universidade de Massachusetts, em Boston, e tem vindo a estudar a psicologia do especismo desde há vários anos.

O que é o Carnismo?

O carnismo é um sistema de crenças invisível, ou uma ideologia, que condiciona as pessoas a comer (certos) animais. O carnismo é, essencialmente, o oposto do vegetarianismo ou do veganismo; "carn" significa "carne" ou da carne" e "ismo" denota um sistema de crenças. A maioria das pessoas vê o consumo de animais como um dado adquirido em vez de uma escolha; em culturas que consomem carne, por todo o mundo, as pessoas tipicamente não pensam sobre o porquê de acharem a carne de alguns animais repugnante e a carne de outros animais apetitosa, ou sequer sobre o porquê de comerem animais. Mas quando comer animais não é uma necessidade para a sobrevivência, tal como no caso da maioria da população actual, constitui-se como uma escolha – e as escolhas derivam sempre de sistemas de crença.
Reconhecemos que não comer animais deriva de um sistema de crenças; o vegetarianismo foi nomeado há séculos atrás. Em conformidade, não nos referimos aos vegetarianos como "consumidores de plantas", uma vez que compreendemos que comer plantas reflecte uma ideologia implícita, na qual o consumo de animais não é ético nem apropriado. No entanto, continuamos a referir-nos aos "não-vegetarianos" como "consumidores de carne", como se o acto de comer animais estivesse separado de um sistema de crenças, como se os vegetarianos fossem os únicos a levar para a mesa do jantar o seu sistema de crenças. Porém, a maioria das pessoas come porcos mas não come cães, isto porque possui um sistema de crenças no que respeita a comer animais.

Então porque é que o carnismo tem continuado sem nome até agora? Uma razão é porque, simplesmente são mais fáceis de identificar as ideologias que saem da norma. Uma razão ainda mais importante é porque o carnismo é uma ideologia dominante - uma ideologia de tal modo difundida e interiorizada que os seus princípios são considerados senso comum, “a maneira como as coisas são”, em vez de serem considerados um conjunto de opiniões mantidas pela maioria das pessoas. O carnismo é também uma ideologia violenta e exploradora; organiza-se em torno de uma violência intensiva, extensiva e desnecessária, e em torno da exploração dos animais. Até a produção da chamada carne com um tratamento mais humano (e outros produtos de origem animal), que constitui uma pequeníssima percentagem da carne produzida actualmente, explora os animais e envolve crueldade. Os princípios do carnismo contrariam os valores de base da maioria das pessoas que não estaria disposta, de outra forma, a apoiar a exploração de outros ou a permitir tal violência para com seres sencientes. Assim, o carnismo, à semelhança e outras ideologia violentas e exploradoras, tem que se esconder para garantir a participação da população; sem o apoio popular, o sistema entraria em colapso.

Omnívoro, Carnívoro e Carnista

Assim como “consumidores de carne” é uma expressão imprecisa e enganadora para descrever aqueles que não são vegetarianos, também o são os outros termos commumente usados tais como “omnívoro” e “carnívoro”. Estes termos reforçam a assunção de que comer animais é natural, um dos mitos mais interiorizados e convincentes, que é usado para justificar o carnismo. “Omnívoro” e “carnívoro” descrevem a disposição fisiológica e não a escolha ideológica de cada um: um omnívoro é um animal, humano ou não, que consegue ingerir tanto matéria animal como vegetal e um carnívoro é um animal que precisa de ingerir carne para sobreviver.
Pelas razões mencionadas acima, “carnista” é o termo mais adequado para descrever aqueles que comem animais. “Carnista” não é um termo com uma intenção pejorativa; tem apenas um propósito descritivo, para descrever quem age de acordo com os princípios do carnismo – tal como “capitalista”, “budista”, “socialista”, “crudivorista”, por exemplo, descrevem aqueles que agem em conformidade com uma ideologia em particular. Se temos um nome para os vegetarianos, faz todo o sentido termos um nome para aqueles cujos comportamentos reflectem o sistema de crenças oposto. “Carnista,” no entanto, difere dos outros “istas” atrás referidos porque a maioria dos carnistas não sabe que é de facto carnista, uma vez que o carnismo é invisível. Muitas pessoas são essencialmente, carnistas inadvertidas; tal é o paradoxo de ser carnista. E apesar de “carnista” ter sido criado simplesmente por uma questão de exactidão, o termo pode ser encarado como ofensivo – muito provavelmente porque, num certo nível, as pessoas consideram ofensiva a desnecessidade de matar e de consumir animais.

Defesas Carnísticas

As ideologia como o carnismo mantêm-se vivas ensinando-nos a não pensar ou a não sentir quando seguimos o que ditam, e uma das principais formas de fazerem isto é usando um conjunto de mecanismos que operam tanto ao nível social como psicológico. As “defesas carnísticas” escondem as contradições entre os nossos valores e os nossos comportamentos, permitindo-nos fazer excepções aquilo que normalmente consideraríamos ético.
A principal defesa do sistema é a invisibilidade e a principal forma da ideologia ficar invisível é permanecendo não-nomeada: se não a nomearmos, não a vemos, e se não a virmos, não podemos falar sobre ela ou questioná-la. Mas não só a própria ideologia é invisível, como também o são as vítimas do sistema: os triliões de animais de produção pecuária que são mantidos fora de vista e dessa forma, convenientemente afastados da consciência pública; a contínua degradação ambiental; a exploração dos trabalhadores dos matadouros e dos embaladores de carne; e os consumidores de carne que têm cada vez um maior risco de padecer das doenças mais graves do mundo industrializado e que têm sido continuamente condicionados a desligarem-se, psicologicamente e emocionalmente, da verdade da sua experiência no que diz respeito a comer animais.

Mas a invisibilidade é apenas a primeira linha de defesa na fortaleza do carnismo; é impossível obscurecer completamente a verdade. Assim, quando a invisibilidade inevitavelmente falha, o sistema precisa de um suporte. Consequentemente, o carnismo ensina-nos a justificar o facto de comermos animais, e ele fá-lo apresentando os mitos da carne (e de outros produtos animais), como se fossem os factos sobre a carne, promovendo os Três Ns da Justificação: comer animais é normal, natural e necessário. Os Três Ns estão institucionalizados – são incluídos e mantidos por todas as grandes instituições sociais, desde a família ao estado – e, talvez não surpreendentemente, têm sido evocadas ao longo da história para justificar outras ideologias exploradoras e violentas (ex. escravatura, domínio masculino, etc.).
O carnismo também se defende a ele próprio através da distorção das nossas percepções sobre a carne e os animais de forma a podermos sentir-nos confortáveis o suficiente para os comermos. Aprendemos, por exemplo, a ver os animais de produção pecuária como objectos (ex. referimo-nos às galinhas como algo em vez de alguém) e como abstracções, desprovidos de qualquer individualidade e personalidade (ex. um porco é um porco e todos os porcos são iguais), e para criar categorias rígidas nas nossas mentes de forma a podermos acolher sentimentos e comportamentos muito distintos relativamente às várias espécies (ex. a carne de vaca é deliciosa e a carne de cão é repulsiva; as vacas são para comer e os cães são nossos amigos).

Existem mais defesas que sobrepõem e reforçam as mencionadas aqui, mas todas as defesas servem um único propósito: bloquear a nossa sensibilidade e empatia no que toca aos animais de produção pecuária e aos produtos produzidos pelos seus corpos. Tendo consciência das defesas carnísticas, porém, somos menos vulneráveis à sua influência; somos capazes de sair do sistema e de olhar a questão de comer animais com os nossos próprios olhos, em vez de olharmos pelas lentes do carnismo.

Autoria: Dra. Melanie Joy
Fonte: http://www.carnism.com
Tradução: Sílvia Ferreira 



Wednesday, January 09, 2013

A última gota...




(Também na Visão deste mês existe um artigo sobre "a maior misoginia do mundo")


Ela era uma estudante de fisioterapia de 23 anos que pegou um ônibus em Nova Délhi no mês passado. Seis homens trancaram a porta e a estupraram barbaramente por horas, inclusive com uma haste de metal. Eles a abandonaram nua na rua, e depois de corajosamente ter lutado por sua vida, ela morreu na semana passada. 

Em toda a Índia, as pessoas estão protestando para dar um basta nesta situação. Na Índia, uma mulher é estuprada a cada 22 minutos, e poucas encontram justiça. Globalmente, 7 em cada 10 mulheres serão abusadas fisica ou sexualmente em sua vida. O horror em Delhi é a gota d´água. Estamos em 2013 e a guerra brutal contra as mulheres no mundo precisar acabar. Podemos começar essa jornada pela Índia.

O governo está aceitando comentários públicos nas próximas 24 horas. Precisamos urgentemente de um melhor policiamento e um concreto programa de educação pública para mudar as atitudes grotescas, mas comuns, do sexo masculino que permitem a violência contra as mulheres. Se 1 milhão de nós nos juntarmos ao pedido por ação, poderemos ajudar a fazer deste terrível episódio a gota d´água e o início de uma nova esperança:

http://www.avaaz.org/po/end_indias_war_on_women/?bSmRfbb&v=20673
O líder dos estupradores desta mulher disse friamente que ela mereceu ser violentada, pois ela ousou enfrentá-lo. Culpar a vítima e outras atitudes escandalosas são comuns em toda a sociedade, incluindo os policiais que constantemente deixam de investigar estupros. Tais atitudes reprimem mulheres e corrompem homens em todos os lugares. Campanhas de educação pública concretas alteraram radicalmente o comportamento social em casos como dirigir embriagado e fumar, e podem impactar no tratamento de mulheres. Combater as causas da epidemiad e estupro na Índia é vital, juntamente com leis mais eficientes e processos judiciais mais rápidos.

Anúncios publicitários na Índia são relativamente baratos, portanto, um compromisso de financiamento significativo poderia cobrir vários mercados de mídia por um bom tempo. Os anúncios devem visar subculturas masculinas, onde a conservadora misoginia prospera, desafiando e envergonhando diretamente essas atitudes, idealmente usando figuras populares como atletas, que carregam autoridade com o público.

Temos apenas 24 horas para influenciar a Comissão Oficial criada para encontrar formas de reprimir a onda indiana de violência sexual. Se conseguirmos mostrar o verdadeiro sucesso nas mudanças de atitudes na Índia, o modelo poderá ser aplicado em outros países. O dinheiro gasto pagará a si próprio por meio da redução da pobreza e promoção do desenvolvimento, pois o tratamento e o empoderamento das mulheres têm sido identificado como um dos maiores incentivos de progresso social e econômico. Clique para enviar uma mensagem diretamente para o governo indiano:

http://www.avaaz.org/po/end_indias_war_on_women/?bSmRfbb&v=20673

Desde se opor ao apedrejamento de mulheres no Irã e apoiar os direitos reprodutivos femininos no Marrocos, no Uzbequistão e em Honduras, até fazer lobby para uma ação real de combate ao tráfico de mulheres e meninas, a nossa comunidade tem estado na linha de frente da luta para acabar com a guerra contra as mulheres. 2013 começa com uma nova determinação na Índia . 

Com esperança e determinação,

Emma, ​​Ricken, Luis, Meredith, Iain, Ian, Marie, Michelle, Alaphia, Allison e toda equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES

Suspeitos de estupro de estudante indiana são indiciados por morte (G1)
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/suspeitos-do-estupro-da-estudante-indiana-sao-indiciados.html 

Estupro coletivo em ônibus causa comoção na Índia (BBC)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121219_india_estupro_onibus_rw.shtml 

Pai da vítima de estupro na Índia pede execução dos culpados (Estadão)
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,pai-da-vitima-de-estupro-na-india-pede-execucao-dos-culpados,980093,0.htm 

Morre jovem indiana que sofreu estupro coletivo em ônibus (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1207752-morre-jovem-indiana-que-sofreu-estupro-coletivo-em-onibus.shtml 

Impunidade Estupros na Índia (Observatório da Mulher)
http://observatoriodamulher.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=6885&Itemid=1 


Wednesday, January 02, 2013

um tema especial


Emprestado por uma amiga eis um dos livros que leio agora. Ainda nao tinha lido nada do autor, embora saiba do que tratam as obras dele.

Numa linguagem e filosofia inteiramente espírita, são abordadas questões tais como: resgates espirituais dos animais após varios tipos de desencarne, desencarnação e reencarnação de animais e pessoas, acertos de contas pendentes das pessoas p/ com os animais, forças da natureza, recuperação apos a morte física dos danos sofridos em vida, o que é realmente o umbral... o ambiente energetico de um matadouro e o porque comer carne nao é uma boa opção energética, etc,

penso que na net se encontra o livro disponivel online.

e encontrei este vídeo, mas... nada como ler o tradicional papel! :-)




Thursday, December 27, 2012

Wednesday, December 26, 2012

Mundo Cão...


(link)

Um cão em Zhangzhou, na China, arriscou a vida ao atravessar uma estrada muito movimentada para ir ao encontro da sua companheira, que morrera atropelada. Durante mais de 6 horas esteve junto dela, tentando “acorda-la” com lambidelas, agarrando-lhe a cabeça e empurrando-a com o nariz. Quando ficou exausto, deitou-se junto a ela, sem nunca a abandonar, talvez numa última esperança que ela “acordasse”.
O par não tinha dono e eram ambos conhecidos pelos moradores locais, que os viam sempre juntos, a correr e a brincar. A história e a imagem comoveram aqueles que os conheciam, mas também pessoas um pouco por todo o mundo.
Ver todas as Imagens do Dia.


Thursday, December 13, 2012

Natal: atenção redobrada aos patudos!



Nesta altura, existem um pouco por toda a casa decorações natalícias e presentes de Natal. Contudo, estes podem ser perigosos para o seu gato. Assim sendo, existem alguns pontos que deve ter em atenção. Nomeadamente:
  • Não deixe que o seu amigo de quatro patas brinque com os enfeites da árvore de Natal. Por ser grande e brilhante, está atraí o fascínio dos pequenos felinos. Contudo, eles podem magoar-se se alguma das decorações se partir. Se possível, opte por enfeites de Natal que não se quebrem.
  • Coloque os cabos das luzes de Natal bem longe do alcance dos seus gatos.Principalmente os gatinhos, gostam bastante de os roer.
  • Não deixe o seu gato subir a sua árvore de Natal. A árvore pode cair e o seu miau pode magoar-se. Certifique-se de que ela está bem segura.
  • Tenha cuidado com os enfeites que coloca nos presentes. O seu gato pode facilmente começar a brincar com eles e engoli-los.
  • Depois de embrulhar os presentes, arrume bem todo o material, pois os gatos são muito curiosos e podem magoar-se com tesouras e outros objetos.

Festa de Natal e comida

O Natal é a época em que a família se reúne e na qual se costumam dar grandes festas. Se é esse o seu caso, por mais que goste do seu gatinho, não o exponha a esse tipo de festas. Muitas pessoas juntas, gente desconhecida e barulho são coisas que vão deixar o seu animal de estimação com um nível de stress e de agitação muito elevado. Opte por deixá-lo numa divisão quentinha e confortável, com comida e água.
Por outro lado, se o seu Natal se resume a um jantar calmo com poucas pessoas, então não há problema nenhum. Se o seu gatinho está à vontade com as pessoas que estão presentes no jantar e se o ambiente estiver calmo, o seu miau pode estar a dormir sossegadinho ao pé da lareira,
Outro factor muito importante é a comida. O seu menino de patinhas de veludo apenas pode comer a comidinha dele. Nesta época natalícia pode comprar uma comida diferente e especial para ele, mas não lhe dê da sua comida. Como o seu gato não está habituado a esse tipo de comida, pode sentir-se mal. Quanto aos doces, são absolutamente proibidos.
Por último, mas não menos importante, em algumas terras e/ou famílias é frequente o uso de fogo-de-artifício para assinalar esta época tão bonita. No entanto, mantenha o seu gato o mais afastado possível destes explosivos. O seu amigo de quatro patas vai ficar super assustado e agitado e pode até mesmo fugir de casa e magoar-se.
Lembre-se de que o Natal é uma época especial de família e de alegria. Por isso, para que o seu Natal não fique manchado por coisas menos boas, tome todas as precauções para que o seu gatinho tenha um feliz Natal.



Thursday, November 22, 2012

Saturday, November 10, 2012

"O poder de uma imagem é muito maior do que as mil palavras que a poderiam descrever"



[...]
Misao é uma senhora, atualmente com 88 anos de idade, que desfruta da companhia de Fukumaru, o gato, que encontrou abandonado e logo adotou. Desde esse momento, os dois têm uma relação única, especial, encantadora. Retratada em fotografia há vários anos pelo neto, Miyoko Ihara, que edita agora esse precioso registo em livro. A cumplicidade entre ambos e a forma como partilham todos os momentos do seu dia a dia, é simplesmente extraordinário.
o livro: 
Vê também: