Friday, September 28, 2012

maus bocados com finais felizes...




Vamos fazer acontecer mais finais felizes destes?!




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um salvamento de



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Voce tambem podera gostar muito de saber do salvamento de Skunky:



Monday, September 24, 2012

O QUE TODOS DEVERIAMOS SABER


7 coisas que não lhe contaram sobre a "#MuslimRage":


Como qualquer pessoa, a maioria dos muçulmanos acharam o vídeo islamofóbico de 13 minutos de má qualidade e ofensivo, e os protestos se espalharam rapidamente, tocando em feridas compreensíveis e duradouras sobre o neo-colonialismo dos EUA e a política externa ocidental no Oriente Médido, assim como a sensibilidade religiosa no que diz respeito a representações do profeta Maomé. Mas frequentemente a cobertura de mídia omite algumas informações importantes:


1.As estimativas iniciais mostram que a participação em protestos contra o filme representam de 0,001 a 0,007% da população mundial de muçulmanos: 1.5 bilhão de pessoas -- essa porcentagem representa uma pequena fração do número de pessoas que marcharam pela democracia durante a Primavera Árabe.


2.A grande maioria dos protestos foram pacíficos. As violações das embaixadas estrangeiras foram quase todas organizadas ou nutridas por indivíduos do movimento salafista, um grupo radical islâmico que se preocupa mais com destruir os grupos islâmicos populares moderados.


3.Oficiais líbios e americanos de alto escalão estão divididos sobre se o assassinato do embaixador dos EUA na Líbia foi planejado previamente para coincidir com o aniversário do 11 de setembro, e portanto não estaria relacionado com o filme.


4.Além dos ataques feitos pelos grupos militantes radicais na Líbia e Afeganistão, uma avaliação das notícias atuais feita no dia 20 de setembro sugeriu que os manifestantes mataram, ao todo, zero pessoas.


5.Quase todos os líderes mundiais, muçulmanos ou ocidentais, condenaram o filme, e quase todos eles condenaram qualquer tipo de violência que possa vir a acontecer enquanto resposta.


6.O papa visitou o Líbano no auge da tensão, e líderes do Hezbollah participaram do sermão papal, abstiveram-se de protestar sobre o filme até que a santidade deixasse o local, e clamaram por mais tolerância religiosa. Sim, isso aconteceu.

 

7.Após o ataque em Bengazi, cidadãos comuns foram às ruas da cidade e em Tripoli com cartazes, muitos deles escritos em inglês, com pedidos de desculpas e afirmando que a violência não os representava, nem sua religião.


Além dos pontos listados acima, há um grande número de notícias que foram ignoradas pela mídia na semana passada para dar margem a capa da revista Newsweek, a #MuslimRage e a cobertura dos conflitos. Na Rússia, dezenas de milhares protestaram nas ruas de Moscou contra o presidente russo Vladimir Putin. Centenas de milhares de portugueses e espanhois marcharam em protestos contra austeridade; e mais de um milhão de catalãos marcharam por independência.


Ira Muçulmana ou Estratégia Salafista ?

O filme "A Inocência dos Muçulmanos" foi escolhido e distribuído com legendas por Salafistas da extrema direita -- seguidores radicais de um movimento islâmico apoiado há muito tempo pela Arábia Saudita. O filme era uma produção barata, desastre no YouTube até que o apresentador de TV egípcio salafista, Sheikh Khaled Abdullah (foto acima) começou a divulgá-lo para seus espectadores no dia 8 de setembro. A maioria dos muçulmanos insultados ignoraram o filme ou protestaram pacificamente, mas os salafistas, de posse de suas bandeiras pretas, lideravam os provocadores dos protestos mais agressivos que invadiram embaixadas. Os líderes do partido salafista egípcio participaram do protesto em Cairo que culminou na invasão da embaixada dos EUA.

Como a extrema direita nos EUA ou na Europa, a estratégia salafista e arrastar a opinião pública para a direita, aproveitando-se de oportunidades para espalhar o ódio e demonizar os inimigos de sua ideologia. Essa abordagem lembra muito o apelo anti-muçulmano do pastor americano Terry Jones (o primeiro a divulgar o filme no Ocidente) e outros extremistas nesse lado do mundo. Entretanto, nas duas sociedades os moderados ultrapassam (e muito!) em número os extremistas. Uma figura pública da Irmandade Muçulmana do Egito (o mais forte e popular oponente político dos salafistas no Egito) escreveu um artigo no New York Times dizendo: "Não responsabilizamos o governo americano ou seus cidadãos pelos atos daqueles que abusam das leis que protegem a liberdade de expressão".


A boa cobertura jornalística

Um solitário grupo de jornalistas e acadêmicos se aproximaram dos protestos com a intenção de entender de verdade as forças por trás das manifestações. Entre eles, Hisham Matar, que descreve com afinco a tristeza na cidade de Benghazi após a morte do embaixador Steven, e Barnaby Phillips, que explora como os conservadores islâmicos manipularam o filme em prol de si mesmos. A antropóloca Sarah Kendzior alerta para que não se trate o mundo muçulmano como uma unidade homogênea. E o professor Stanley Fish aborda a seguinte questão: porque tantos muçulmanos são tão sensíveis a representações muito pouco lisonjeiras do Islã.



Leia o artigo aqui e conheça o Sheikh Abdallah, o apresentador de TV salafista que divulgou publicamente o filme.


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Mobilize-se

contra a manipulação da opinião publica!


Wednesday, September 19, 2012

diga Não ao incitamento ao ódio!


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Sugestão da Associação ANIMAL:



Por favor escrevam à Pull&Bear e divulguem.

A loja de roupa Pull & Bear teve a infeliz ideia de fabricar e colocar à venda esta t-shirt.



Por favor visite o site do Grupo Inditex (http://www.inditex.com/en/contact), e, depois de preencher os dados obrigatórios, copie a mensagem sugerida abaixo, ou, se preferir, crie a sua, e cole-a no campo “comments”.



Dear Madams and Sirs,

As a Portuguese consumer who frequently visits your various stores in Portugal, I am appalled to find out that you are selling a t-shirt with tw

o pigeons saying “Street Rats – The Official Junk”. I can’t believe that your brand is helping to promote hate towards that species of animals, that ignorantly are already so despised.

If you don’t take this product of your shelves I will be forced to stop buying in your stores and advise all my friends and acquaintances to do the same.

I am aware that Inditex has relevant concerns towards environmental sustainability issues and social responsability, and that is also why I trust you will give the best attention to this plea of mine.



Yours, respectfully,

Name:

City

Country

E-mail:

* * *

 


Mensagem em Português para:

pull.e.bear@cascaishopping.pt



Exmos. Senhores,


Acabo de ter conhecimento de que se encontra à venda nas vossas lojas “Pull & Bear” uma t-shirt com uma imagem de dois pombos acompanhada da seguinte frase: “Street Rats – The Official Junk”. Não posso compreender nem aceitar que a V. marca esteja a promover um já popular ódio a esta espécie de animais que é errada, ignorante e cruelmente designada de praga. Com esta infeliz ideia V. Exas. só estão a contribuir para que essa discriminação se mantenha, ou pior, se agrave.


Uma empresa não deve, de forma alguma, passar mensagens deseducativas através dos seus produtos; na verdade deveria ter a obrigação e a responsabilidade social se fazer exactamente o contrário.



Infelizmente, caso V. Exas. não retirem esta vergonhosa peça da V. colecção terei que tomar a decisão de deixar de ser cliente das V. lojas e pedirei a todos os meus amigos e conhecidos para que façam o mesmo

Com os melhores cumprimentos,



Nome:

Cidade:

Email:

Thursday, September 13, 2012

"E a besta é o cão?"




Sempre que tenho conhecimento destas desgraças em que "o cão matou uma pessoa" seguido do habitual "está de quarentena e será abatido" surgem-me sempre as mesmas perguntas:

Que tipo de vida, socialização e bons/maus tratos teve esse cão desde que nasceu?

Que é que se passa nas quarentenas?...

e qual o seu objectivo?

Porque não há  investigação e avaliação das circunstancias em que o animal vivia nomeadamente nos ultimos dias e horas antes do ataque e isso não é tido em conta, até, porque não, para haver um projecto de reabilitação educacional?

Convertido em recipiente do ódio humano, nada mais fácil que o riscar do número dos vivos!

Quando um ser humano comete um assassinio, quantas vazes não num estado emocional alterado mas friamente planeado, vai passar uns anos na prisão, onde tem as necessidades básicas mais ou menos asseguradas e pagas pelo estado.
E, por aqui, nesta parte da europa, dentro de alguns anos será libertado, talvez mesmo antes de cumprir a totalidade da pena.

No caso de um animal, entra em ação um especismo tão incrustrado que nem damos conta dele..
Onde ja se viu um cão ousar revoltar-se contra o dono -independente do que o dono lhe faça?!

Um cão nao tem direito a nada, alem de obedecer e agradar...

Vamos eliminar esse especime revoltoso e já!

Assassinado o assassino, sem direito a defesa nem investigação de circunstancias, suspiram muitos de alivio, dão aos ombros e, levemente incomodados, procuram outro assunto para a sua atenção.

E o proximo episodio segue dentro de momentos...


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No mais, eu só posso concordar com todas as palavras da

Crónica de Rodrigo Guedes de Carvalho:




E a besta é o cão?


  É uma ironia dos tempos modernos, que pode causar confusão aos mais imberbes alunos de Comunicação Social, que devem andar a aprender, como eu aprendi, que uma boa definição de notícia não é um cão morder um homem, mas sim um homem morder um cão. Se assim é, que se passa? Nas últimas semanas de Agosto, houve um inesperado número de incidentes em cadeia, no que diz respeito a ataques de cães a pessoas. Somados, quase à média de um por dia nas páginas dos jornais ou nas televisões, poderia perceber-se, erradamente, que se tratava de uma epidemia, ou seja, de uma proliferação de casos “iguais”.
Não são, de todo.
Qualquer análise séria conclui, sem dificuldade, que se tratam de situações bem diferentes, pese embora uma mesma raça de cão estar presente em mais do que uma história, e todas elas terem o mesmo desfecho anunciado: o cão em causa foi de quarentena, e será abatido dentro de pouco tempo.

Sobre esta sentença que não levanta indignação que se veja, já lá iremos.

Primeiro, é importante entender que, por mais que defenda os direitos dos animais, não sou fundamentalista ao ponto de não perceber que um cão, ou outro animal, é perfeitamente capaz de “se passar”, como qualquer um de nós.

Neste sentido, há situações, sim, em que se torna incompreensível que um cão ataque, situações em que o animal é, sim, “culpado” do seu crime.

Mas basta reflectir um pouco, analisar os recentes incidentes, ou outros mais antigos, para concluir que as situações sem aparente explicação são uma raridade. Normalmente, o que acontece é o desastre que se adivinhava quando se vêem as circunstâncias, ou se pensa na “qualidade de vida” dos cães em causa.
Regra geral, pertencem a pessoas que não têm a mínima consciência do que significa serem donos de um animal, muito menos quando se aventuram a escolher as chamadas raças potencialmente perigosas.

Ponto básico: se são consideradas potencialmente perigosas, há uma razão para pensar mil vezes antes de optar por elas. Ponto básico número dois: a expressão “potencialmente” é a chave.

Significa que nas mãos de um mau dono, a potencialidade torna-se realidade.

Já é do senso comum, mas ninguém parece querer perceber.
Obviamente que um pequeno caniche também pode ter um comportamento agressivo, mas basta pensar no porte de alguns cães para se entender que a “potencialidade de perigo” de uns é porque, quando se chateia, provoca danos terríveis, muitas vezes fatais. E o que vemos, nos casos mais badalados de Agosto?
Uma continuada, inacreditável irresponsabilidade de muitas pessoas que têm estes cães.

Pessoas que teimam em ter animais sem saberem, ou quererem saber, das noções mais básicas em relação aos animais, no que respeita a respeitarem um líder, sentido de território, stresse causado pela falta de atenção ou exercício, pessoas que não sabem, ou não querem saber, que um cão é, essencialmente, o espelho do seu dono, até porque um cão “pensa”, à sua medida, que é isso que é suposto fazer, é isso que o dono espera dele. Numa das histórias, os pormenores são tão claros, tão prenunciadores de desastre, que causa uma enorme confusão que o nosso sistema para lidar com os casos continue a ser abater o cão em vez de multar ou prender o dono.

Numa das histórias, repito, um cão atacou a mãe do seu dono, um ataque que se revelou mortal. Começa-se a puxar pelos pormenores, e que temos? O indivíduo tinha escolhido, nada menos, do que um arraçado que misturava sangue de pittbull com leão da rodésia.

E mantinha esta bomba-relógio fechada num apartamento exíguo, de onde o cão raramente saía, para se exercitar, destressar ou socializar. Que surpresa, que este cão fosse uma pilha de más vibrações, um desastre à espera de acontecer.

Mas o que mais revolta é saber o que vai acontecer, porque é que acontece sempre nestes casos. O animal vai ser abatido, e o indivíduo, depois de encolher os ombros e assobiar, há-de arranjar outro, que manterá nas mesmas condições.

Como todos os outros que procuram cães potencialmente perigosos, com os quais afirmam uma triste, patética e repugnante posição de agressividade perante os outros. É, para muito cobarde, a única forma de se fazerem maus, ou temidos. E tudo isto vai continuar enquanto este tipo de gente não for punida a sério.

A solução de mandarmos abater cães não adianta um centímetro ao nosso sentido de civilização.




Monday, September 10, 2012

a pequena que salva gigantes


Saiba mais!


Eu ja trouxe a este blog varias vezes Sangduen Chailert, mais conhecida por Leek (pequena)
Talvez ela seja pequena de corpo, mas não é certamente de espirito e alma nem no impacto da causa a que se entrega.

A minha admiraçao por ela é incondicional e muito, muito grande

Vale a pena saber mais:


Apoie!

Sabe que existe possibilidade de voluntariado e que pode ser uma experiencia marcante?!






Thursday, September 06, 2012

da série "amizades improváveis"... :)



As marmotas são conhecidas pela sua timidez perto de seres humanos, tentando afugentá-los ou fugir elas próprias. No entanto, quando este grupo de marmotas dos alpes austríacos vêm Matteo Walch, um menino de oito anos, aproximam-se dele, mostrando confiança e afeição.
...


mais:








Monday, September 03, 2012

Os “Durões” são Apaixonados por Animais!*






veja mais: LINK




Veja todas as fotos da campanha!



A campanha «Mostra o teu lado soft” de Baltimore, traz figuras proeminentes da rádio, televisão, desporto e essencialmente “caras durões”, numa só voz contra os maus-tratos aos animais, demonstrando que ser amigo dos animais é a atitude mais forte e certeira a ter.


*(via Mundo dos Animais/Carlos Gandarra)
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Excepçao feita às imagens da campanha Mostra o Teu Lado Soft, todas as

outras imagens são da coleção  Real Men Are Kind to Animals,